a propósito destes dias em Portugal


Caro Henrique, nem sei por onde começar. Saltando de uma bancada maior para a outra mais pequena. Muda tudo. Parece até que o discurso se reveza. Ora eu. Ora tu. O livro de deixas é o mesmo. Estão habituados. É para isso que lhes pagam. Ajudam a vender jornais. É por isso que os jornalistas atiçam. Alguns caem. Outros quase. Mas todos em algum momento caem. Adoram. Sem excepção. Nós outros vemos. Até tem graça. O que não tem graça para quem paga. Nós. É vida dura. Sei. Mas eles parecem gostar. Nós é que nos preocupamos. Eles nem por isso. Habituados. Olhe o que a sua história provocou. Um chorrilho de palavras. Até as vou pôr no blog. Bem bom.

No fim do dia sabemos todos que ninguém tem a “verdade” e sabe o “caminho”. Se o sistema provocasse negociação em todos os momentos, em vez de de aturar governos, à esquerda ou à direita que acham que sabem tudo e que sem eles seria o caos. Não é assim. Não é assim. O caminho sabemos todos, e só se for em conjunto encontramos o melhor. Aliás quando vamos seguindo pel’0 Caminho iluminado, a coisa dá desequilibrio. Os útlimos dez anos só deu isso.

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