mover


A Natureza deixa ao homem esta inevitabilidade, a de se mover, enquanto a tez é enrugada de constrangimento e insegurança, num corpo curvado, cheio pelo sorriso malicioso, de quem sabe que tem futuro, que o futuro é seu e ainda o desconhece, embora de corpo recostado, sei-lhe o interior cheio de vitalidade para romper o futuro e cultivar nos campos o pão que lhe arrasará a fome, a ele e principalmente aos seus. Travou-se o início da tragédia.

Franz E., O Fraco, 1ªParte, p.16

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