se vais a prémios

O Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa, a decorrer de 1 de fevereiro a 31 de Maio de 2017, irá distinguir obras inéditas de escritores moçambicanos. O júri do Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa é presidido pelo escritor Ungulani Ba Ka Khosa, que em 2007 conquistou o Prémio José Craveirinha com o livro Os Sobreviventes da Noite, sendo ainda composto […]

via Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa até 31 de maio — Escritores.online

27

Foi a 27, não a 31, vai sempre a tempo, em janeiro chora o mundo inteiro, ou devia, mas não, só alguns, poucos, muito poucos, mas que interessa chorar, se melhor é combater, levantar o rabo do banco e dizer que não é esse o caminho, ou então morrer dizendo, porque viver sem ter dito nada deve ser pior, muito pior.

http://www.yadvashem.org/

Trump

acerca de Trump, embaixador Cutileiro refere o que foi dito pelos biógrafos: “só lhe interessa dinheiro, sexo, comida e vingança. A vingança é uma coisa fundamental para ele. Uma situação muito perigosa. Roça o desiquilibrio mental”

http://www.rtp.pt/programa/radio/p2311/e26102008

Anton Schimd, Good Samaritan 

Schmid wrote to his wife and daughter before his execution. Here he explained: ‘I have only acted as a human being’.

Will you follow orders or will you act as a human being?

Although the Jews whom he had saved and who were lucky enough to survive the Holocaust honoured Schmid and his family, the wider public first learned about his attempts to help and save Jews in 1961 during the Eichmann trial in Jerusalem. In her book about Eichmann in Jerusalem Hannah Arendt reports how witnesses referred to the saving action of Feldwebel Anton Schmid and that a complete silence of two minutes was observed in the court when Schmid’s deeds were recounted. She adds: ‘And in those two minutes which appeared to be like a sudden burst of light in the midst of impenetrable, unfathomable darkness, a single thought stood out clearly, irrefutably, beyond question – how utterly different everything would be today in this court room, in Israel, in Germany, in all of Europe, and perhaps in all countries of the world, if only more such stories could have been told.

Anton Schmid was executed on 13 April 1942 by a firing squad in a Vilnius prison.

Source: Trinity College Cambridge Sunday 20 October 2013
“Some Modern Saints? Anton Schmid (1900–42)”, Werner Jeanrond

more:http://www.auschwitz.dk/Schmid/Schmid.htm

os outros e tu como anti-outro

E se vais lendo o que se vai dizendo, acertas num sítio que não esperavas. Não há alguém que guarde um gesto sincero, humano, sobre o outro que não conhece e que nunca o viu mais gordo? E fica certo, mais certo ainda com a idade que vais carregando, que não há nada que faças que não seja estúpido, palerma ou “farias melhor outra coisa qualquer”. Isso. Mesmo isso, mesmo que a tua intenção seja a suprema e sincera, por mais bem intencionado que sejas ou estejas.

Vem sempre o ou a que diz “esse filho da puta quer é tacho, protagonismo ou está metido numa tramóia qualquer, enganando uns e outros, tem é mania, ou melhor seria ficar quieto, para que quer ele fazer isso?” E vai ficando mais apertado quando isso se esconde em todas as conversas que não ouves. E se fizeres delas suposição, pior para ti, arremessaste para um sofá de onde só sais quando o corpo dorido se mandar para a cama.

Neste e noutro tempo, a inveja é o agoiro, a má língua é tão antiga que suporta até o desprezo, o escárnio e o mal dizer. E tu também o fazes, quando fazes de outro.

Ai, ai, vem de tão longe que serve de suporte ao desprezo pelo outro, e se bem vindo pela política vai dar em merda da valente. Não é que o anti-outro não exista,, desapareça, ou se vá de vez. Vai daí, segues essa mesma conclusão, o ser humano dança conforme a música política do momento, aqui é um ali, e tu és o outro, o que torna difícil de julgar quem quer que seja. Melhor, melhor é ouvires o que dizes, fazeres o que dizes e responderes ao que perguntas, o resto são as vozes ruído que não fazem de ti nem homem nem mulher, antes te fazem um desumano carunchoso e bafiento.

Deixar uma gargalhada no mundo

Há quem faça da vida a bem querença de deixar um sorriso no mundo, um tempo em que a gargalhada e a festança, em que o outro é rei e a alegria rainha, e pelo menos existem nesse tempo de pouco mais do que hora e meia de felicidade. Pelo menos isso. Quando tudo o resto é guerra e desprezo há um, este, que nos deixa uns minuto ternos, humanos.

Slava’s show http://slavasnowshow.com/en/who-is-slava/